segunda-feira, 16 de maio de 2016

Mercado nos Emirados Árabes tinge coelhos para vendê-los na Páscoa‏

Um mercado de animais nos Emirados Árabes está tingindo coelhos e tratando-os como mercadorias para venda como presentes de Páscoa. Segundo dados do The Petition Site, uma investigação revelou que 80% dos coelhos comprados por ocasião desta data são posteriormente abandonados nas ruas.
O Dr. Jaworski, veterinário da clínica local Advanced Pet Care, foi até o mercado para ver os animais tingidos e disse que isso é “completamente inaceitável”. Ele afirmou que os animais estavam com sarna em seus olhos, orelhas e entre as patas, como resultado do contato com a tinta.
Daniella, fundadora da ONG Helping Hands for Small Paws, disse que a foto revela “uma série de horrores”, includindo o potencial tóxico da coloração, a provável desidratação dos animais, questões de higiene e o confinamento em gaiolas que podem causar fraturas nas pernas e exposição ao calor.
O mercado, que se chama Sharjah Bird and Animal Market, usou esse artifício em 2011, em pintinhos. Recentemente, um vídeo começou a circular pela Internet mostrando um caso de estabelecimento que realizava essa prática, conforme publicado pela ANDA.
O feriado da Páscoa, que é quando tais casos vêm à tona, é um momento propício para nos manifestarmos contra empresas que cometem tal crueldade. Assine a petição para dizer ao mercado Sharjah que pare de tingir animais e de vendê-los como objetos.
Nota da Redação: Infelizmente a prática não é exclusiva desse mercado, e sim algo que se vê em todas as partes do mundo. Se vender animais já é uma violação brutal dos seus direitos, tingi-los só faz expor os mesmos a mais riscos e consiste em uma aberração. Isso precisa acabar.

Mais de 100 agências de viagem deixam de oferecer shows e passeios que exploram elefantes

Agências de viagem, incluindo empresas famosas internacionalmente como The Travel Corporation, TUI Benelux, Thomas Cook Northern Europe e Intrepid Travel Group, se comprometeram a parar de vender e promover atrações turísticas que exploram elefantes. É um esforço coletivo para acabar com a crueldade com animais.
A World Animal Protection tem engajado agências de turismo pelo mundo todo, assegurando que seus clientes não sejam enviados a atrações onde é permitido montar em elefantes ou ver shows em que estes animais magníficos são forçados a se “apresentar”.
Ao todo, 114 empresas globais já concordaram em parar de oferecer este tipo de passeio. Entre elas, estão marcas populares ao redor do mundo como a Contiki, Kuoni Travel UK, Trafalgar e Jetair.
Apesar do número grande, ainda existem muitas agências de turismo que continuam oferecendo passeios de elefante e outras atrações cruéis, como a Trailfinders e a The Ultimate Travel Company.
Por que é tão cruel?
Para que os elefantes aceitem ser montados por seres humanos, estes animais, quando ainda jovens, são separados de suas mães e submetidos a um terrível processo de adestramento conhecido em inglês como ‘the crush’ (esmagamento).
Basicamente, o processo consiste em manter os elefantinhos em pequenas jaulas para que sejam espancados e torturados até que seus instintos naturais sejam suprimidos e eles aceitem transportar seres humanos ou ter outro tipo de contato direto com turistas.
O enorme trauma por que passam estes animais durante este processo de supressão de seus instintos primais poderá acompanhá-los até o fim de suas vidas, em um tipo de sofrimento conhecido como estresse pós-traumático.
Mas a crueldade não termina após este processo cruel de adestramento. Mantidos acorrentados em pequenos cercados e separados de suas famílias, estes elefantes nunca desenvolverão relacionamentos naturais com os demais de sua espécie, o que será extremamente prejudicial para o bem-estar físico e psicológico destes animais.
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Divulgação
O futuro dos elefantes
A World Animal Protection quer acabar com esta crueldade – mas também pensar no que acontecerá com os animais que já vivem em cativeiro.
A organização se esforça para identificar agências de turismo dispostas a dar um passo além e a investir na transformação de atuais atrações com elefantes em santuários humanitários e seguros – lugares onde os animais estarão livres para viver e expressar seu comportamento da forma mais natural possível, caso não possam ser reintroduzidos na natureza.
O que você pode fazer
Seja um turista responsável – isso é o mais importante. Confira a lista completa das 114 empresas de viagem comprometidas com o bem-estar dos animais.

Amizade entre raposa e cachorro conquista a internet

Existem algumas amizades que surgem em nossas vidas de uma maneira inesperada, e que desafiam até algumas lógicas mais racionais. Este pode ser classificado como o caso da raposa Juniper, que tem chamado a atenção na internet pelo seu relacionamento com o cachorro Moose.
Moose recebeu Juniper de braços abertos após ela ter sido resgatada e levada para a casa de sua família. Hoje em dia, os dois comem juntos, dormem juntos e Juniper parece uma garotinha apaixonada quando está ao lado do cachorro.
Apesar da amizade parecer algo saído de um conto de fadas, a “mãe” de Juniper alerta sobre os cuidados de se ter uma raposa: “Raposas são mau cheirosas. Sua urina e fezes cheiram igual a um gambá misturado com amônia. Não existe como tirar esse cheiro da raposa. Você não pode manter uma raposa dentro de casa 24 horas por dia. Raposas são destrutivas, elas vão destruir coisas em sua casa. Raposas precisam comer carne crua e osso. Elas também precisam de taurina ou podem ficar cegas, sofrer ataques, e até morrer”.
Veja mais fotos de Juniper no Instagram que sua tutora criou somente para registrar os momentos do animal.

Conheça sete artistas que usam seu talento para defender os direitos animais

Existem inúmeras maneiras de defender os animais, como fazer protestos, escrever cartas, participar do movimento Segunda Sem Carne, adotar o veganismo, entre várias outras atitudes. Além dessas ações cotidianas, muitas pessoas optam por usar suas habilidades únicas para trabalhar na criação de um mundo melhor para os animais.
Um exemplo disso é a arte. A arte pode ajudar os animais de diversas maneiras, incluindo a defesa de seus direitos, a doação de parte das vendas para organizações de defesa animal ou o auxílio na arrecadação de dinheiro, informa o One Green Planet.
A arte pode ser uma ferramenta poderosa para mostrar às pessoas a situação dos animais sem ser demasiado arrogante ou pregadora. Ela permite que as pessoas tirem suas próprias conclusões sobre os animais de maneira inovadora que vai além de um artigo informativo, por exemplo.
Veja alguns exemplos de artistas que usam seu trabalho para a defesa dos animais.
Connor Jones
Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Com apenas nove anos de idade, Connor vendeu seus trabalhos artísticos em uma venda de garagem de seus pais, em 2013, a fim de ajudar os animais. Com a divulgação, logo muitas pessoas solicitaram seus trabalhos e Connor arrecadou 100 dólares que foram dados a um abrigo animal local chamado Angels of Assisi.
Connor continua usando seu trabalho para ajudar animais. Ele também teve a oportunidade de ser um ilustrador de um livro sobre gato terapia. O menino também gosta de encorajar outras crianças a contribuírem com os animais.
Projeto Letras sobre Animais
Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
O Projeto Letras sobre Animais é descrito como uma exibição vegana e pode ser encontrado inteiramente online. O projeto é uma galeria de cartazes que foram criados graças à ThankTank Creative. Este grupo enxerga a arte como um meio para ajudar os animais e defender seus direitos. Os cartazes mostram palavras, particularmente músicas e letras, juntamente com imagens e transmitem mensagens poderosas.
Jo-Anne McArthur
Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Ela acredita que a fotografia é uma ferramenta fundamental para seu ativismo, pois McArthur é capaz de documentar o sofrimento dos animais ao mesmo tempo em que celebra os momentos alegres de resgate. Seus projetos cobrem uma variedade de trabalhos de ativistas, incluindo o Toronto Pig Salve Vigils.
Este projeto mostrou às pessoas em primeira mão o horror do transporte de porcos e como os animais sofrem durante o inverno congelante do Canadá. Seu trabalho também foi usado no documentário “The Ghosts in Our Machine”.
McArthur também publicou recentemente um livro intitulado “We Animals”, que mostra animais dentro do ambiente humano e como eles são explorados para as necessidades humanas.
Rubi Roth
Reprodução/TheOneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Rubi Roth usa seu talento para criar belos livros infantis. Roth se tornou vegana em 2003, quando trabalhava como professora de arte em uma escola primária. Seus alunos e suas perguntas a inspiraram a escrever e ilustrar seu primeiro livro, “That’s Why We Don’t Eat Animals” em 2009.
Dana Ellyn
Reprodução/TheOneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Esta artista de Washington começou a pintar em tempo integral em 2002 depois de deixar um trabalho corporativo. Suas pinturas mostram a exploração dos animais e criticam a sociedade em geral. Suas pinturas querem incitar um diálogo e certamente são eficazes na defesa dos animais. Ellyn realmente começou a concentrar-se em direitos animais em 2013.
Peter Max
Reprodução/TheOneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Peter Max é bem conhecido no mundo da arte por grandes obras de arte pop. Ao lado de sua esposa e de sua filha, ele organiza eventos em seu estúdio para educar e sensibilizar as pessoas sobre direitos animais. Max tornou-se vegano com 20 anos e, desde então, é apaixonado sobre direitos animais desde. Max também é conhecido por pinturas que sensibilizar as pessoas sobre a exploração dos cavalos usados em carruagens de Nova York.
Dan Piraro
Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet
Dan Piraro usa imagens surrealistas para provocar risadas. Ele orgulhosamente descreve-se como um vegano e ativista pelos direitos animais. Piraro usa o humor como um método dentro de seus quadrinhos para mostrar a seriedade de alguns assuntos.

Agudos (SP) lança ferramenta online para encontrar animais perdidos

A Prefeitura de Agudos lançará oficialmente o portal “Cãomigo”, no domingo, 15, durante a inauguração do AMA (Ambulatório Municipal de Animais). O site é uma nova forma de cadastrar informações sobre animais perdidos, abandonados ou para adoção.
No site é possível cadastrar um animal perdido, por exemplo, com fotos, raça, cor, tamanho e idade, além dos dados do tutor do animal. Quem quiser doar um animalzinho também pode cadastrar as informações e as fotos, que ficam sempre disponíveis para os outros internautas.
Além deste banco de dados, o usuário também terá informações sobre castração, microchipagem e outras campanhas oferecidas pela prefeitura. O programa também visa sensibilizar a posse responsável e a importância da adoção de animais, contribuindo para a diminuição da quantidade de animais nas ruas. Os dados são divulgados pelo site gratuitamente.
O prefeito Everton Octaviani disse que esta é mais uma ferramenta para evitar o abandono de animais nas ruas da cidade. “Nós lançamos esta página na internet com muita alegria, será uma forma de reunir dados e fotos dos animais desaparecidos, encontrados ou para adoção. Este site irá nos auxiliar e funcionará como uma central animal”, explicou.
Serviço
O endereço do site é o www.caomigoagudos.com. A plataforma será lançada oficialmente no próximo domingo, 15, às 11h, durante a inauguração do AMA (Ambulatório Municipal de Animais).